Liderança Feminina na Administração Pública

Ontem, dia 8 de março, as mulheres do Rede Mulheres Pública promoveram um encontro muito potente para mostrar a importância de termos lideranças femininas na política/administração pública.


A Gabriela Lotta trouxe a informação de que 59% dos funcionários públicos são mulheres.

E que muitas dessas mulheres estão ocupando cargos relacionado ao cuidado, como professoras e assistentes sociais.

Porém, há poucas mulheres ocupando cargos mais altos

Ela também explicou que quando as mulheres estão em cargos mais altos, há menos rotatividade de profissionais, menos conflito, menos assédio moral e sexual, mais cooperação e os processos de mudanças acontecem com mais facilidade.

Mulheres no poder, geram melhores performance de todo o serviço público.


Ela também falou sobre a PEC 32 e como ela pode prejudicar as mulheres servidoras públicas. A enquete está bem desfavorável para a aprovação da PEC.


Graziella Testa explicou sobre um conceito chamado token. Resumindo bem, é quando uma mulher fica no grupo dos lideres de alto escalão e que para outra mulher fazer parte deste grupo, ela precisará competir com aquela outra mulher.


A Camila Guimarães, que é servidora pública há mais de dez anos, compartilhou seus relatos de mulher negra num ambiente branco e machista.


A conversa foi mediada pela jornalista Aline Mendes e pela gestora pública, Patrícia Florêncio.


Recomendamos que sigam esses perfis todos!


E que acompanhem os contos que estamos fazendo sobre a Greve das Mães, onde falamos sobre política e maternidade.


Imagem com fundo branco e uma ilustração de 5 mulheres participando de uma reunião. Há também um gráfico sendo exibido numa tela grande. Acima da ilustração, tem a seguinte frase "Se eles não lhe derem um assento à mesa, traga uma cadeira dobrável"da  Shirley Chisholm, primeira congressista negra dos EUA. Essa imagem foi elaborada pelo perfil https://www.instagram.com/mulherespublicas/
Essa imagem foi elaborada pelo perfil @mulherespublicas

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